Esta é uma visão de trabalho sobre TB-500, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.
Atualizado em 2025-12-23. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
A data exata em que o chocolate foi levado à Espanha é desconhecida, e não há evidências de que Cortés tenha sido responsável por sua introdução. Segundo as evidências documentais mais antigas, ele foi introduzido na corte espanhola em 1544 por nobres maias Qʼeqchiʼ levados à Espanha por frades da Ordem Dominicana, mas somente em 1585 foi registrado o primeiro carregamento oficial de cacau para a Europa. Ao longo do século XVI, os espanhóis demonstraram interesse pelas propriedades medicinais das plantas mesoamericanas. Autores como Bernal Díaz e Francisco Hernández, médico da corte de Filipe II de Espanha, afirmavam que o chocolate era um afrodisíaco, e Hernández relatou à Espanha uma série de condições que acreditava que o chocolate e seus aditivos poderiam tratar. Como resultado, durante esse período a Espanha considerava o chocolate principalmente uma substância medicinal. Em meados do século XVI, o chocolate já era fabricado e vendido em grandes quantidades. No século XVII, Madri armazenava cerca de 700 000 libras de cacau. Da Espanha, o chocolate se espalhou para outras nações europeias: para Portugal, para a Itália no século XVII e, posteriormente, para outras regiões. As ordens religiosas desempenharam um papel importante em sua disseminação. Rastrear a difusão do chocolate pela Europa é complicado pelas guerras religiosas e pelas mudanças de alianças da época, mas entende-se que ela foi impulsionada pelo cosmopolitismo e pelos missionários.
Fontes: pt.wikipedia.org
Durante o século XVII, o chocolate para beber tornou-se muito popular entre as elites europeias e acreditava-se que fosse um afrodisíaco. Era caro devido aos altos custos de transporte e aos impostos de importação. Do final do século XVI até o início do século XVIII, houve controvérsia sobre se o chocolate era simultaneamente alimento e bebida ou apenas bebida; essa distinção era importante para determinar se seu consumo violava os jejuns eclesiásticos. A controvérsia continuou apesar de papas como Pio V, Clemente VII e Bento XIV opinarem que o consumo de chocolate não quebrava o jejum. A maior parte do cacau importado para a Europa nos séculos XVII e XVIII vinha da Venezuela. Devido à dificuldade de rastrear a difusão do chocolate pela Europa, é difícil determinar quando ele foi introduzido na França. No entanto, as evidências sugerem que ele foi introduzido inicialmente como medicamento. O bule de prata para chocolate, utilizado para mexer e bater o chocolate, foi posteriormente inventado pelos franceses. Na década de 1670, o chocolate para beber já era difundido entre as mulheres aristocráticas francesas, apesar do debate sobre seus efeitos médicos, que só seria resolvido em favor de seus benefícios em 1684, com a publicação de uma tese de um médico parisiense defendendo o chocolate.
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As preocupações com seus efeitos sobre a saúde podem ser observadas em uma carta de 1671 da nobre Marie de Rabutin-Chantal: "A marquesa de Coëtlogon tomou tanto chocolate durante a gravidez no ano passado que deu à luz um menino pequeno, tão negro quanto o diabo, que morreu." O chocolate chegou à Inglaterra vindo da França por volta de 1657, aproximadamente na mesma época que o chá e o café, e enfrentou uma reação inicial negativa por parte daqueles preocupados com seus efeitos médicos. O cacau era fornecido por plantações da Jamaica, depois que os britânicos conquistaram o território espanhol em 1655. Enquanto o chocolate começara a ser aromatizado na Itália do século XVII com ingredientes novos e altamente perfumados, como jasmim e âmbar-cinzento, na Inglaterra o chocolate era um produto comercial e sua produção era mais simples e menos cuidadosa. O chocolate era servido em cafeterias a qualquer pessoa que pudesse pagar, e, no final do século XVII, tornou-se obrigatório incluí-lo nas rações da Marinha Real Britânica. Da Inglaterra, o chocolate se espalhou para as colônias norte-americanas no final do século XVII. O chocolate já estava bem estabelecido entre as elites das Filipinas no final do século XVII, tendo sido levado para lá pelos espanhóis que conquistaram o arquipélago.
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No século XVIII, o chocolate era considerado meridional europeu, aristocrático e católico. Isso contrastava com o café, associado à burguesia, e o álcool, associado ao proletariado. Embora a técnica de produção do chocolate ainda fosse muito semelhante à utilizada pelos indígenas americanos, o chocolate também era consumido em forma de barras e pastilhas, em gelados, sobremesas, pratos principais e massas. Em 1753, o biólogo sueco Carl Linnaeus atribuiu ao cacau seu nome de gênero: Theobroma, que significa "alimento dos deuses". A opinião médica da época sustentava que o chocolate era benéfico à saúde, desde que não fosse consumido em excesso. Na Espanha, os jesuítas foram importantes na importação e no consumo de chocolate até que Carlos III os expulsou em 1767. As classes alta e média consumiam chocolate no café da manhã e depois do jantar, após beberem um copo de água fria. Guildas de fabricantes de chocolate foram formadas nas cidades. As receitas incluíam gemas de ovos. Na Itália, o preparo do chocolate variava. Após um uso histórico relacionado à administração de venenos, espalhou-se o rumor de que Clemente XIV teria sido morto por veneno colocado em seu chocolate, depois de ter suprimido os jesuítas. O chocolate era comumente utilizado em receitas salgadas na Itália durante o século XVIII, particularmente no norte do país. Na França, o chocolate era utilizado principalmente em sobremesas e confeitos. Os franceses começaram a aquecer as áreas de trabalho dos moinhos de mesa para auxiliar a extração em 1732.
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A pesquisa sobre TB-500 apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=TB-500)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=TB-500)